Uma história de amor. Sexo. E virada de mesa

Gisela Rao que me perdoe o plágio, mas a estranheza de adentrar todas as suas intimidades – psicológicas, físicas, neuróticas e sexuais –  através da leitura de ‘Tchau, Nestor’, só poderia me levar à reflexões. A primeira foi me sentir na pele das pessoas próximas que lêem o blog, dado que meu contato com a Gí é diário, mas isso é outro post…

Pela nossa proximidade e semelhanças, talvez, esse livro tenha sido uma enorme viagem. Toda leitura nos dá novas visões; ensina, explica algo. Com Mama Rao não seria diferente.

Página 130: “(…) Por que precisamos ser boas demais ou alegres demais ou gostosas demais para conquistar o objeto de nosso desejo? Por que não podemos ser harmônicas e tranqüilas e verdadeiras e comuns como somos quando conhecemos nossos amigos, que nunca nos cobram nada e nunca cobramos nada deles? (…)”.

Simples: porque queremos exaltar nosso melhor, todas as qualidades que temos, e as que fingimos ter (ah, fala sério! Que mulher está de bom-humor durante a TPM? ). Assim desviamos o foco dos nossos defeitos, jogando-os embaixo do tapete, contudo, esquecendo-nos que uma hora eles formarão um aglomerado que saltará aos olhos e criará divergências que podem findar o relacionamento.

Sim, as pessoas têm experiências, traumas, neuroses, fases e medo de rejeição. Simples, exatamente, dessa forma.

Deveria haver uma lei onde todo mundo mostrasse, primeiramente, sem medo ou vergonha, todos seus defeitos. Seria mais fácil, mais prático e, quem sabe, menos indolor, inclusive. Gostou? Ótimo! Não gostou? Beijo, que eu tenho pressa de ser feliz!

Mas não, o casal entra em joguinhos, tests drive, para tentar mostar o quanto são especiais, diferentes dos outros, como a vida ao lado dela (e) é mais divertida, menos difícil. B-O-B-A-G-E-M!!! Relacionar-se é o que de mais complicado existe e uma hora a máscara cai (todas elas).

Já ouvi ‘conselhos’ de inúmeras pessoas, inclusive da Gisela, sobre os procedimentos ‘corretos’: seja mais assim, menos assado; não aja como você mesma; homem não gosta disso; não fale aquilo; não vai dar para ele logo de cara… e blá, blá, blá, blá, blá.

Todavia, a vida ensina que não existe fórmula única e mágica para um relação começar/engrenar/funcionar/durar. Que o jogo, mais cedo ou mais tarde – e com um pouco de sorte – vai resultar num empate. Ou muito provavelmente na derrota esmagadora de uma das partes.

Aviso, portanto, a quem interessar possa, que joguei a toalha e parei DEFINITIVAMENTE com essa brincadeira. Cansei de ser quem não era, nem nunca fui, para poder chamar de ‘MEU‘ e depois viver num inferno. Cansei de guardar opiniões e não bater de frente com medo de perder algumas ‘amizades’. Não é porque não me importo, mas porque finalmente descobri o que EU quero.

Assim sendo, por que deveria me mostrar diferente para o meu objeto de desejo? Já cantaria Ana Carolina, em sua deliciosa rouquidão: “(…) e não mudo minha postura só para te agradar“. Quem quiser ficar comigo, tem que gostar APESAR dos defeitos ( “I told you I was trouble…”); do contrário, amar somente as qualidades, não será virtude alguma, como também uma incômoda e gigantesca ilusão.

NINGUÉM é constituído exclusivamente de negatividades, fato. Nem eu. E se você conseguir passar pela tempestade, garanto que o pote de ouro no fim do arco-íris é extremamente compensador.

Fazer o bem faz bem

Por mais clichê que seja a frase acima, nada define melhor a prática de uma boa ação.

É fato que meu lado humanitário aparecia esporadicamente, dependendo do meu humor oscilante, mas quando fui convidada para conhecer a Casa Vida, não resisti: crianças. Pegaram meu ponto fraco. Dia de sol, temperatura amena, feriado, boa companhia… estava para começar os dias que denomino perfeitos.

Ao chegar lá, fomos bem recebidos pela irmã que coordena a Instituição que cuida de crianças portadoras de HIV. Isso por si só já me é triste, quando observo algo sério depender do Estado e da boa vontade alheia. Crianças geram gastos, precisam de atenção, de carinho, de alegria. Imaginar-me hoje com a certeza de uma doença que vai me matar aos poucos, é o antônimo máximo de felicidade.

Deparei-me com 22 rostinhos, que nem pareciam saber dessa realidade. No entanto, sabiam da importância que tinham uma visita: muitas delas significam uma adoção, um lar, uma família. Não estava ali por esse motivo, pelo menos não dessa vez…

Passamos a tarde toda brincando com as crianças. Dancei, empurrei motos, contei histórias, girei estrelas, assisti danças, conversei, cantei, dei colo, carinho, atenção. Quebrei os dois preconceitos que me restavam como se fosse um frouxo nó de cadarço feito por qualquer uma delas. Brinquei e pulei tanto que as broncas vieram para mim.

Diferente não poderia ser; me encantei por uma menina, Jenifer. Oito anos, meiga, carinhosa, quieta. Sempre achei que SE um dia eu adotasse uma criança, não seria como ela.  Para ser sincera, eu nunca me peguei pensando em adotar uma criança, sempre quis que minha filha nascesse de mim, que isso era ser mãe de verdade. Nada como viver e aprender…

O interessante da Casa Vida é que, pelo menos para nós, não foi pedido dinheiro. Mas as coisas que as crianças precisavam. Ali cada anjinho tem uma história diferente: uns foram abandonados, outros estão sob custódia da Justiça, alguns foram tirados dos pais por conta dos maus-tratos. Assim como cada um já se encontra em diferentes estado de saúde. Era impossível não se indignar ou se revoltar com certos relatos.

Despedir-me deles foi difícil, doloroso. Eu não queria dizer para Jenifer que eu só ia aparecer mais uma vez ali, que eu não a levaria para casa para fazer companhia à minha filha. Numa humildade que não me é pertinente, beijei-lhe diversas vezes, mais que qualquer outra criança. Eu não sabia se a estava deixando ou deixando quem ela despertou em mim. Mas segui firme, até entrar no carro.

Dane-se que eu não gosto que me vejam chorar, eu desabei na frente de uma pessoa que pouco conheço. Fazer o que? Eu não sou, de fato, a muralha que tento parecer.

O que se passa na cabeça de um adulto soropositivo que engravida? Ele não sabe que essa criança vai sofrer ou com a doença ou com a quase certeza de crescer sem os pais? Que animal pode se considerar mãe e espancar um filho pequeno (ou seja lá a idade)? Eu nem sabia mais se minhas lágrimas eram de tristeza, raiva, frustração, sensação de impotência ou felicidade.

Sim, felicidade sim. Eu tenho uma filha absolutamente perfeita: linda, esperta, saudável. Minha vida então? Do que eu teria coragem de reclamar agora, ó Pai? E sendo assim, bate uma culpa por eu ter tanto e ainda não me sentir plena, de estar longe da minha filha, perdendo parte da infância dela. Me culpar por ser tão egoísta e de ter tanto para fazer para ajudar os outros e eu ter demorado quase 26 anos para enxergar isso.

Ainda voltarei lá, levar as coisas que combinamos. Não sei como vai ser; sei que por mais humana que isso me faça sentir, não posso ir lá sempre. Não somente pela falta de tempo, mas porque tenho plena convicção que me apegarei demais àquelas crianças e que, de uma forma ou de outra, cedo ou tarde, elas irão embora de alguma maneira. E eu não vou estar pronta. O que me faz pensar em Jenifer o tempo todo…

Se eu fosse casada, amanhã já estaria entrando com a papelada para adotar essa menina. Mas como assistí-la definhar aos poucos, como assisti meu primo, meu pai? Eu não tenho essa força. Dizem que se você procura se manter afastado, esses pensamentos jamais te atormentarão.

Ainda bem que me curei dessa cegueira e que, agora, todos os dias são perfeitos…

Ps: quem quiser ajudar de alguma forma, basta deixar um comentário e eu entro em contato. Obrigada!

Neném believe… somente o amor vence o ódio

Apesar de uma tarde complexa, aquela noite de sábado estava descontraída, leve; apenas eu e meus amigos comemorando um aniversário, divertindo-nos ao máximo. Comemorava também uma enorme conqusita pessoal, como há dez anos atrás, portanto não teria como ser diferente…

Embalada no ritmo de um samba, levada pela agitação das minhas próprias pernas, deixei minha concentração sair do comprimento do meu vestido para concentrar-me em outras pernas. Umas com movimentos parecidos aos meus, na mesma cadência, no mesmo ritmo. Era como se tivéssemos passado anos sambando lado a lado, coxa com coxa. E então, repentinamente, o espaço ficou pequeno demais: cheio de pessoas, com o ar-condicionado desligado e volume no mínimo.

O mesmo sorriso alvo marcado por duas covinhas num rosto com a barba por fazer; o mesmo penteado ao seu estilo (que eu sempre detestei);  a mesma calça jeans justa; a mesma pólo de listras (sua marca registrada independentemente da balada) e a mesma mania idiota de usar o relógio no pulso direito.

Parei. Por longos minutos e embora eu quisesse que você me visse, fui me esconder no banheiro (reduto  que toda mulher se esconde em balada, algo como a mocinha do filme de terror que sempre sobe a escada quando deveria correr para a porta). As pessoas precisam aprender o que desejar, pois querer que você me notasse era uma coisa, dar de cara com você, outra.

Eu não tive como fugir, não depois da sua voz chamando ******** duas vezes, para terminar com um ** claramente sonoro. Como você ousa, assim, seis anos após, me parar com um abraço como se nada tivesse acontecido? Sorrir para mim e me envolver com tamanho vigor e vontade como se nada de brusco tivesse recaído em nossos ombros?

Em uma hora, minha avalanche de sentimentos nunca foi tão intensa: desprezo, saudades, nojo, felicidade, ódio, amor, ira,  admiração, medo, orgulho, saudades, saudades, saudades. Ficou repetitivo! Mas foi tudo que me veio à cabeça. Enquanto meu estômago era arrancado por aquelas faquinhas que acompanham o rocambole Pullman, minha cabeça funcionava num flashback-slide fervoroso.

E assisti dias na piscina; ciúmes; jogos de futebol; dias na Vila Belmiro; tardes na quadra da Unimes; noites na frente da Tv; jogos de buraco; baladas no Avelino’s; sanduíches feitos com o maior capricho; fotos; almoços com a família; planos que jamais poderiam ser concretizados; sambas grudadinhos; sambas lado a lado; sambas de rainha de bateria e passista; corridas de Morro a Morro; dietas compartilhadas; amizade que não se abalava; brigas sem motivos; cartas; brigas com motivos; lutas de jiu-jitsu; formaturas; aulas de direção; segredos compartilhados na hora de dormir; noites e noites em que estudávamos juntos à base de bolacha maisena, coca-cola e café… litros e litros.

Suas características – físicas, psicológicas, seu modo de lidar comigo – permearam todas as minhas escolhas. Movida pelo amor, orgulho e admiração que tinha por você, pelo que você pensaria, pelo que você falaria para mim, tomei a maioria das minhas decisões. Quantas vezes me peguei falando em voz alta ‘ah, se o ***** estivesse aqui para me ver formada jornalista, grávida e solteira, ele morreria de desgosto”. Cercada pelas ilusões, verdades, hipóteses, vontades e mentiras que cercearam nossas história, fui vivendo, sentindo cada agulhada de dor que você me causou, até não sentir mais. Nada.

Em seis anos de separação, nunca mais ouvi sua voz, vi seu rosto ou senti o conforto do seu colo. Numa versão de Romeu e Julieta às avessas, bizarra e moderna, morremos um para o outro. Então como nessa noite você ousava falar comigo? Me perguntar da minha filha, dos meus irmãos, de como andava a minha vida e de como você poderia fazer parte dela de novo? A vontade que eu tinha de responder era ‘você não pode mais!”, mas a alegria de estar ali também era surreal.

Para não desfalecer, engoli 500 ml de água como se fosse uma balinha tic-tac e para que seu sorriso de vitória não aparecesse, fingi que estava tudo bem, que era normal esse reencontro, enquanto nossas famílias hoje se matam na Justiça. Enquanto nossas mães brigam num grande processo, enquanto eu e você nos escondemos atrás de nossos advogados na segunda maior batalha das ****** X os *******.

Enquanto me recuperava, quieta, não desviei os olhos de você um segundo que fosse. E mesmo quando voltei a aproveitar a noite, ou seja dançar até o pé sangrar para extravasar todo aquele bolo sentimental alojado no que me havia sobrado de estômago, minha mente funcionava num frenesi orgástico.

Ao chegar em casa, tudo o que eu conseguia pensar era na nossa família. De como ela era uma grande colcha de patchowork tecida anos a fio: dois pais, três mães, oito filhos, uma sobrinha, três cachorros, duas araras, três tartarugas, dezessete peixes, seis carros, uma moto, um quadricículo, um campo de futebol e uma casa que abrigava tudo isso e um pouco mais aos finais de semana. Chorei igual recém-nascido com cólica ao pensar em como tudo foi morrendo, juntamente com o ‘Pai’. A maneira que a ganância e o orgulho substituíram a união, o amor, a cumplicidade e a alegria que marcavam o número 70 daquele condomínio à beira-mar.

E quando pensei em nós dois, já estava em soluços: o MEU irmão. Não o de sangue por pai e mãe, nem o filho da minha mãe com o ‘nosso’ pai, mas VOCÊ. Aquele que eu cresci querendo ser igual; que escolhi para ser meu irmão mais velho por AMOR (e não por ‘obrigação social’), que admirava; que entrava em brigas (lembra aquela do Avelino’s?) mesmo sabendo que iria apanhar, mas que eu tinha que defender. O MEU irmão que me dava conselhos; que me protegia do mundo; que sentia ciúmes; que me jogava da cama de manhã; que me levava/buscava na escola; que brincava/brigava toda hora que podia; que dividia o quarto comigo; que me dava colo nas crises de choro; que me deixava ficar aninhada nos braços quando estava frio… QUANTAS SAUDADES!

Levei tantos anos para esquecer que você tinha me abandonado, que brigava comigo – hoje na Justiça e sem nenhuma brincadeira no final – que já não usava mais a expressão ‘minha irmãzinha’ para se referir a mim. Como você ousava a avassalar minha vida dessa forma? Com o mesmo sorriso de sempre, com o mesmo gingado que me ensinara há anos, querendo conhecer minha filha, querendo saber da minha vida, como se sentisse a mesma falta que sinto de nós dois…

Quando o sono me venceu, deixei que a felicidade desse reencontro me vencesse também. Adormeci feliz como nas noites que você dormia ao meu lado, alisando meu cabelos, pedindo para que eu os deixasse crescer, dizendo que eu era a menina mais linda, forte e, mesmo assim, doce que você conhecia, que eu nascera para conquistar o mundo e que você tinha sorte por eu fazer parte da sua vida…

Bright mornings

Acordar cedo é mais perturbador que simplesmente levantar da cama quando gostaria de passar mais horas com ela, abraçada aos meus travesseiros, confessando segredos por intermédio dos meus sonhos. É a única hora de silêncio e quietude do meu dia, onde converso apenas comigo em questões filosóficas egocentristas, cujo filme da minha vida passa em pequenos takes e atemporalmente. Talvez por isso seja tão raro esse despertar quando a manhã ainda confunde-se com a madrugada na qual adormeci…

Há alguns dias estou presa na cilada do saudosismo, perguntando-me da necessidade das pessoas na minha vida. Visitando profiles, revisitando meus cd’s de fotos, vasculhando minha memória… quantas gente, tantas histórias. Pulei da cama hoje cedo – para ser sincera, arrastei-me –  indagando o porquê delas terem passado por mim. É incontestável que cada uma (essas nas quais tenho pensado) deixou uma marca, por menor que seja.

É engraçado observar como mudamos: nossas vidas, nossas histórias, nossos rumos, nossas conquistas. De como um dia planejamos algo e saiu tudo diferente. Uns casaram-se, outros tiveram filhos, mais alguns saíram do País. Contudo, algumas companhias perduraram, assim como permaneceu aquela alegria contagiante do momento que nem lembro, mas ficou registrado numa fotografia; da ingenuidade do começo da adolescência, dos sotaques e gírias compartilhados; das brincadeiras Morro acima; das festas madrugada adentro e de como aos poucos cada um foi partindo…

Chega quase a ser triste, mas a verdade é que durou o tempo necessário para ficar somente boas lembranças. Obviamente, algumas delas seria bom ainda ter por perto, ao alcance de um telefonema, de uma passada de carro na porta da casa apenas para dar uma risada. Mesmo que ainda estivessem perto, eu já não disponho de tanto tempo como há 10, 5 ou 2 anos atrás. Minha vida fez um giro de 547º. Porém, dá uma vontade de reunir essa turma toda numa endless party… ou como costumavam ser as nossas: um final de semana inteiro, trocando o bíquini por um shorts e camiseta, voltando para o bíquini e indo assim até o churrasco de domingo à noite.

Hoje são outras pessoas, outros pensamentos, outras manias, outras disponibilidades, outros tempos. E com isso outras marcas, outros aprendizados, outros conceitos, outras questões neuróticas (por minha conta). Cada um vai preenchendo meu álbum de sorrisos, colos, momentos, broncas, brincadeiras. São os pequenos grandes prazeres que fazem toda a diferença…

E é meu sorriso nessas manhãs – um sorriso que quase ninguém vê – que explicita toda a felicidade de ter pessoas como vocês na minha vida.

Um refresco na seca criativa

Mais de uma semana sem atualizar por conta do excesso de trabalho, excesso de inúmeros assuntos, excesso de emoções (causadas pelo excesso de anfetamina), excesso de Cuervo, excesso de tudo…
Aí começa a escrever daqui, não termina acolá, aparece algo melhor para fazer e acabo não praticando meu hobby. Novidade nenhuma que sou uma viciada em Meme’s – até porque acredito que descobrimos bastante coisas de nós mesmos nesses joguinhos ou apenas damos boas risadas –  mas dessa vez apelei para o Google e descobri um site que só tem Meme… foi A glória!
Então comecemos com aquela coisinha básica “e se você fosse para uma ilha deserta?”, outros virão. Mas volto a escrever em breve.

Você vai passar exatamente um ano em uma ilha deserta, onde existe uma certa infra-estrutura, mas ela é limitada. Além de você não haverá mais ninguém na ilha, mas você terá acesso a alguns privilégios limitados. Com isso em mente, seguem as perguntas:

1. Na ilha você terá água à vontade e frutas nativas. Se souber pescar, com sorte vai poder comer um peixe de vez em quando. Fora isso, você terá que escolher apenas um tipo de comida salgada e um tipo de comida doce para comer todos os dias, o ano inteiro (podem ser cruas ou cozidas). Quais você escolhe?

Frango a passarinho e leite condensado

2. Além da água (e, também com sorte, água de coco se você estiver disposto(a) a subir no coqueiro) não há nenhuma outra bebida na ilha, mas você pode também escolher um único tipo de bebida, fria ou quente, alcoólica ou não, para ter à sua disposição ao longo do ano. Qual você escolhe?

Capuccino

3. Para manter a tradição, você pode também levar um único livro. Que livro você leva?

Uma história por dia  – da Disney.

4. Igualmente, você poderá levar um único filme para assistir. Que filme você leva?

Em busca da felicidade

5. Você terá um notebook à sua disposição, mas com um único programa instalado. Mas você não pode usar um programa de comunicação (como email ou mensagens instantâneas). Qual programa teria mais utilidade para você e por que?

Windows Movie Maker, já que poderia ficar horas treinando meu novo vício.

6. Você poderá acessar a internet, mas este acesso é limitado a um único site, o ano todo. (Se você escolher o Google, por exemplo, não poderá navegar para os links dos resultados da sua busca, que estão fora do Google). Também não pode ser seu webmail, Meebo e afins ou sites de notícias (o que elimina os portais). Fora isso, não há restrição nenhuma ao tipo de site, inclusive os que permitem comunicação de outros tipos. A qual site você quer ter acesso por um ano e por que?

Dãããããããããã…. meu vício básico: ORKUT

7. Você também poderá ouvir música. Mas, claro, você terá que ouvir a mesma música o ano todo, pois só pode escolher uma. Qual você leva? E se fosse um CD?

Cd seria a trilha sonora do ‘Casamento do meu melhor amigo’. Agora uma música só? Ainda mais sendo bipolar do jeito que eu sou… difícl isso não?

15 minutos depois… I’ve had the time o f my life (pelo menos passa por romântica e agitadinha!)

8. Você poderá escolher um dia do ano para fazer uma única ligação para uma única pessoa, com quem poderá falar por 10 minutos. Para quem você vai ligar, quando e por quê?

Para minha filha, no dia do aniversário dela… acho que não necessita maiores explicações!

9. Você poderá escolher um programa de TV para assistir ao longo deste ano na ilha – limitado à freqüência de uma vez por semana. Você só não poderá assistir nenhum tipo de noticiário, fora isso não há restrições. Que programa você quer assistir?

Ugly Betty… AMOOOOOOOOOOOOOOOOO!

10. Quando for seu aniversário, você terá direito a receber uma carta de um(a) amigo(a) ou familiar que tenha uma novidade para contar (sobre si próprio ou não). De quem você gostaria de receber a carta e com qual notícia?

Da Fada, dizendo que finalmente ganhou na Mega-sena e vamos nos esbaldar (assim que eu sair da Ilha, claro!)

11. Como não queremos que você transforme uma bola de vôlei no seu melhor amigo imaginário e a única pessoa na ilha será você, você terá direito a levar um animal de estimação para lhe fazer companhia (veja como estou facilitando sua vida!). Que tipo de animal você escolhe e por que?

Finalmente adotaria um gato! Na pior das hipóteses (caso ele se revelasse uma Tiziu), virava churrasquinho.

12. Do que você acha que sentirá mais falta? (Contato com as pessoas? Tecnologia? Não saber o que está acontecendo no mundo? Etc…)

Da minha filha, de alguns amigos e do blog.

13. Por outro lado, o que você acha que será positivo, proveitoso ou benéfico na experiência? Ou divertido?

Eu estarei magra sem bolinhas, bronzeadérrima, com cabelo comprido e como vou ter que conviver APENAS comigo, com certeza alguém melhorada (menos estressada, dramática, bipolar; mais paciente, ponderada, calma). Afinal, como vocês me aguentam????

14. Por fim, você tem direito a levar 3 outros ítens à sua escolha que:
a) não entrem em contradição com nenhuma das perguntas anteriores
b) não seja algo que você vá usar para sair da ilha, como um barco, por exemplo.
O que você vai levar e por que?

  1. Um diário com uma caneta
  2. Um kit de sobrevivência: protetor solar, hidratante, pasta de dente, escova de dente, shampoo, condicionador, sabonete, O.B., pinça, gilete, lixa de unha, espelho, tylenol e atroveran suficiente para o tempo que eu permanecer lá
  3. Uma máquina digital de bateria solar com memória de 200 GB!!!

* Para o meme eu convido qualquer pessoa que leia meu blog e esteja com paciência para se divertir! Mas deixem um comentário avisando para eu poder olhar!

Beijo para quem é de beijo… e merece os meus!