Uma noite na Capital do luxo

É segunda-feira de noite, depois de um domingo cheio de crianças e brinquedos, depois de uma madrugada totalmente acordada, depois de um longo dia de serviço,  ainda tinha um evento para comparecer.

Eu queria dormir, queria descansar no sofá escutando The old man with blue eyes me ninando: fly me to the moon/
let me play amoung the stars/let me see what spring is like on jupiter and mars/in other words, hold my hand/ in other words, baby kiss me…

Mas lá fomos (eu e a pessoa da foto) para o evento de X revista, na Daslu. Vida de jornalista não é só redação, telefone, site. Vez ou outra a gente se diverte né?

Gente bonita demais, gente metida demais, gente excêntrica demais, luxo demais, opulência demais. O que me levava ao mundo real era estar trabalhando e servirem risoto de arroz no espeto – entenda-se bolinho de arroz igual ao da minha avó.

Mulheres “deslumbrantes-metidas-siliconadas-não me toquem”  prevaleciam no recinto e o perfume delas combinados quase me sufocaram. Não, não é recalque. Em oito meses de reconstrução total da minha auto-estima até que ela se encontra num patamar aceitável. Em qualquer outro lugar do mundo seria péssimo não ser notada, ali não.

O Espaço Daslu esbanja ostentação, dinheiro e luxo. Evidenciado ainda mais pelos casais que perpetuarão a difença abismal das espécimes. Mulher gostosa e bonita demais não gosta de homem (dado o número de viados no recinto), gosta de dinheiro. Assim junta-se uma beldade com um monstrinho cheio da grana: com sorte a prole terá a cara da mamãe e o dinheiro do papai. Do contrário, os filhotes terão a “beleza” do papai e a conta bancária do motorista – que é sempre mais gostoso que o marido.

Uma caça desenfreada por estabilidade, status, luxo. Diferente das baladas normais em que os homens querem uma mulher – ou várias, uma mulher quer um cara e todos eles têm (quase) sempre o mesmo objetivo: sexo.

Não tenho preconceito com os muito ricos e seu mundinho, não teria problema algum em viver nele. Só não acredito na preferência do monetário pelo sentimental. Na busca por algo tão êfemero e vazio, tão sem reciprocidade, tão cômodo. Não aceito as pessoas que buscam o dinheiro da maneira mais fácil, que abrem mão de si e suas convicções em nome $.

Mesmo sendo uma balada movida pelo exibicionismo e pelo melhor do luxo, eu me diverti. Obviamente nem percebi se havia homens solteiros no local, meu camper é outro. Me preocupei em trabalhar, em achar vodka e dançar até cansar. Trabalho mais ou menos, bebendo whisky, dançando e fazendo amizade. A noite foi boa…

No entanto a maior recompensa veio no caminho de volta, quando devorei a sobremesa: uma maçã do amor. O melhor da vida nem precisa ser too much, basta ser o que precisamos no momento.

 

Observação: única aparição no blog. Não teria alguma outra foto que demonstrasse a importância que dou para essa Capital.

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De ocasião

A vida sem amor, sem paixão, nem sempre é triste.

Talvez um pouco menos emocionante, mais solitária. Talvez um pouco mais sã, mais saudável e até mesmo mais alegre. Tudo depende da nossa posição no mundo e de como lidamos com nós mesmos.

É o estado de espírito, o auto-conhecimento, a auto-estima e o desapego que nos possibilitam maturidade para vivermos um relacionamento pleno – sem nada de “felizes para sempre”, Jesus! Falo sobre realização independentemente de duração.

Delírios e opiniões à parte, verdade seja dita: nem todo beijo é para romancear, nem todo beijo bom é para transar, nem todo sexo é para namorar, nem todo namorado é para casar.

O cúmulo do absurdo é ter uma vida sem romance. Ah sim, romance, amor e paixão são distintos. Imagine o vazio, a mesmice de uma vida sem cumplicidade, sem intimidade, sem bom sexo, sem ótima companhia, sem risadas.

E às vezes, o romance MESMO é mais difícil de se conseguir. Seja ele de que forma for, o que importa na vida é um romance!

Não, não é ter um caso com aquele cara que transa maravilhosamente bem. É ter um ROMANCE com um homem que você possa ser autêntica na cama, na conversa, na balada. É não precisar de rótulos, liberar-se da hipocrisia, desapegar-se com respeito mútuo, é se ver quando tudo aperta: saudades, tesão, carência, vontade de se divertir.

Um romance assim com sentimentos, respeito e sinceridade. Que não te traga o lado ruim da paixão, nem o sofrimento pós-amor (leia-se pé na bunda). Aquele que te faz sorrir na mínima lembrança, mas que não te atormenta com a distância.

Permita-se viver um romance, um romance INCOMUM de preferência!

You’ve got a letter

“Todas as cartas de amor são ridículas. Não seriam ridículas se não fossem cartas de amor”_ Fernando Pessoa.

Assim poderia começar um belo texto de amor, de paixão. Mas aqui não é o lugar para isso. Não agora, não em breve.

Anos atrás, esse trecho escrito por Fernando Pessoa me fez pensar muito e passei a reler cartas dos meus ex’s. Ele tem razão: cartas de amor são rídiculas. Relia e pensava “que cara mais idiota” ou “quanta promessa quebrada” ou até mesmo ria, relembrando certos momentos.

Nostalgia, boa ou ruim, é palavra de ordem nesse momento fatídico que resolvemos abrir aquela caixinha que sempre está entocada em algum canto do armário. Um Tonny Bennet de fundo, Malrboro light queimando no canto da boca e metade de um Talento vermelho completam a cena, quando mergulho nessas águas profundas.

Pensei em quanta idiotice eu já devo ter escrito também. E deve ser muita… pois certa vez mesclei 11 mil “eu te amo” escritos à mão, com desenhos, poemas, letras de música. E já tinha dezoito anos! Triste essa parte da paixão de adolescência – ou seria da vida inteira?

Mas eu me considerava uma pessoa de sorte por nunca ter relido nada que escrevi no ápice do meu amor. Até o fim de semana que passou. Ao abrir a mala da minha filha, com a força de uma manada de elefantes, reapareceu uma caixa cheia de fotos coladas, feita como parte do presente do Dia dos namorados de 2005, e dentro inúmeras lembranças, cartas e recordações.

Confesso que chorei, que me machucou ter aquilo tudo de volta nas minhas mãos. Pois horas foram gastas, sentimentos verbalizados, ou um lapso de saudades que não deixou o guardanapo do boteco escapar ileso. Não entendi, achei que era brincadeira. Mas era tudo palpável, pegável: carteira, brinquedinhos, pingente. Meu passado ressurgia e não tinha como fugir!

Esperei que a criatura que eu e o antigo dono daquelas cartas geramos, dormisse e tomei a caixa em minhas mãos. Somente com uma toalha no corpo e uma garrafa d’água reli uma por uma das 147 cartas escritas ao longo dos 3 anos, 2 meses e 9 dias que passamos juntos.

Embora há muito ele jurasse não me amar, guardou cada pedacinho de papel que escrevi, cada brinquedo que comprei. Não sabia mais se chorava por ter lido que um dia existiu sentimento, por ele ter juntado tudo ou por ter me devolvido.

Mas Pessoa me deu outro tapa na cara: eu era uma rídicula. Nunca li tanta falta de amor-próprio, tanta baixa auto-estima, tanta dependência camuflada em palavras que berravam liberdade e desapego. Eu era uma doente terminal e não sabia. Já não era amor, era doença. Mais forte que heroína, mais viciante que o crack, mais difícil de vencer que minha bulimia.

Eu não só  – achava que – amava desesperadamente, como tinha certeza da felicidade efêmera e da eternidade desse câncer. Quando terminei a última carta, e pela data era uma das primeiras, eu me senti esgotada física e emocionalmente. Como se tivesse feito sexo a noite toda e depois brigado com a minha mãe.

Eu precisava me livrar de todas as cartas, pois há meses luto para resgatar o que eu era antes de conhecê-lo, a melhor parte disso, na verdade. Eu não podia encarar aquela sombra de mulher por mais um segundo sequer.

Pensei em devolver, em ligar para ele e perguntar o por que dessa ousadia, em pôr  fogo. Porém, como alguém normal, joguei uma por uma no lixo, dando adeus àquela verborréia que não mais fazia parte de mim. Enquanto o fazia, me sentia cada vez mais livre, cada vez mais forte…

Quando, por fim, despejei todo o conteúdo na lixeira do prédio, me senti livre, forte, amada por mim, renovada. Não havia mais vestígios de tudo que vivemos, de tudo que eu ludibriei. Tinha me libertado dele, de nós de UMA VEZ POR TODAS!

Quem sabe um dia eu escreva para ele e conte sobre a quarta vez que ele me proporcionou FELICIDADE. E será a mais rídicula das cartas de amor, será a MINHA.

Para VOCÊ

Aqui você não vai encontrar AMOR. Não ainda.

Estou me sentindo no filme “Ensaio sobre a cegueira”, de Fernando Meirelles, na pele de Juliane Moore. Uma verdadeira epidemia tomou conta do meu círculo social e só eu estou ilesa. 98% dos meus amigos ou namoram, ou estão casando ou tiveram/estão tendo filhos. Em alguns casos, dois itens da lista e tem até um que tem os três – casado, com filhos e ainda arranja tempo para amante!

E sendo assim, parei para refletir porque eu (na teoria sou bonita, legal, divertida, gostosa, educada… na teoria pois não vou falar dos defeitos!) ainda estou solteira. E não é somente opção da ala masculina ok?

Depois de tudo que me aconteceu, quis -e quero – revisar inúmeros conceitos, pensamentos e atitudes. Sendo assim, decidi não entrar em mais nenhum relacionamento doentio… já tive minha cota na vida! Saber o que se quer é complicado, mas o que não se quer é um caminho.

Não quero insegurança, desconfiança, ciúmes doentio, brigas desnecessárias, dependência, carência, alguém que mine minha auto-estima, necessidade do outro. Isso é tudo o que eu já sei sobre relacionamentos! Quero mais, mereço mais… quero o novo.

Nessas horas sempre me faço aquela tradicional perguntinha: por que aquela pessoa pela qual eu trocaria qualquer programa por um simples filme com pipoca abraçadinho no sofá da sala, não despenca logo na minha vida???

Se o tal AMOR é impontual e imprevisível, que se dane! Não adianta: eu sou impaciente! Sou e espero mudar isso. Às vezes me engano e digo que “eu não sou ansiosa, as coisas acontecem quando menos se espera.” Mentira… tem ocasiões que tudo o que eu gostaria era ter VOCÊ ali ao meu lado!

E por mais que jure que não, que diga que vá morrer criando minha filha e meus gatos (!?), eu sei que vamos nos encontrar, meu amor. Pode ser no serviço, no metrô, na balada, num restaurante, andando por aí… algum dia, em algum lugar, a gente vai se encontrar.

Não será aquela cena brega-clichê quando o mundo simplesmente pára, tudo acontece em câmera lenta, a multidão se afasta e paramos um de frente para o outro, reconhecendo nossas almas-gêmeas. Eu não acredito em caras-metades, acredito em duas pessoas que se amam demasiadamente e batalham muito, muitas vezes lutando contra si próprias, para fazer dar certo.

Não será seja você quem for, pois obviamente VOCÊ não É qualquer um. Às vezes gostaria que VOCÊ fosse a pessoa bem ao meu alcance, essa que me entrego quando o tesão e carência apertam, mas sei que não é. Não faço a mínima idéia de como ou quando iremos nos encontrar, mas cansei de procurar em muitos braços, diversas bocas e inúmeras camas. 

Então, aguarde por mim, pois eu estou me preparando para receber VOCÊ! E é por isso que aceito os dias de solidão melhor do que antigamente, que encaro um dia chuvoso embaixo do edredom sozinha sem maiores problemas ou que não me incomodo mais quando vejo um casal exalando amor.

Pois quando nos encontrarmos, serei recompensada e VOCÊ me amará como serei, me permitirá crescer, me deixará livre para ser sempre SUA, amará minha filha tanto quanto a mim, me desafiará… VOCÊ é aquilo que desejo para mim, a pessoa que eu também serei para VOCÊ!

Enquanto não sou ‘contaminada’, vou me divertindo, crescendo, amadurecendo. Pois quando VOCÊ surgir, ocupará o lugar que lhe cabe, aquele cantinho que faz TODA a diferença na vida.

E aí, então, eu poderei escrever sobre o AMOR.

Esses memes…

Meme” vem de mímese, do Grego, que nada mais é que uma palavra bonita para “imitação”, se formos simplificar bem as coisas! Mas, no mundo dos blogs a modinha dos MEMEs pegou! Meme é uma série de perguntinhas (no melhor estilo das enquetes que você respondeu na sua adolescência) sobre você que você responde e elege alguns amigos para responderem também.

Um dos memes mais legais que tá rolando na internet é esse aqui em baixo, que eu respondi! Quem quiser responder/pôr no blog, fique à vontade! Só me avisa para eu ver…. e já deixo minha habitual indicação: Irmã, comadre e compadre!

Desde que fiz a matéria sobre o reality show pelo celular com “personalidades” blogueiras, vivo visitando o blog deles (ver meus links ao lado) e acabei me viciando nesses memes! Prometo meus textos a partir da semana que vem, prometo!

COMPLETE:

– Eu tenho: 25 anos e objetivos na vida, ao invés de planos.
– Eu desejo: ter um emprego ainda mais bacana ($$), criar a minha filha bem do meu lado e ser uma pessoa melhor, em todos os sentidos.
– Eu odeio: hipocrisia, injustiça e arrogância.
– Eu escuto: tudo que for bom, no meu gosto. Elvis, Sinatra, U2… 
– Eu tenho medo de: solidão.
– Eu não estou: satisfeita comigo, AINDA.
– Eu estou: trabalhando na minha área. 
– Eu perco: muito tempo da minha vida no fretado (5horas por dia!)
– Eu preciso: emagrecer, ganhar mais e ficar mais tempo com minha filha.
– Me dói: meus arrependimentos.

SIM OU NÃO?

– Tem um diário? Depois desse ano? NUNCA MAIS!
– Gosta de cozinhar? Sim
– Gosta de tempestades? Às vezes é necessário! 
– Há algum segredo que vc não tenha contado à ninguém? SIM!
– Acredita no amor? Não sei responder isso nesse momento.
– Toma banho todos os dias? Dois por dia.
– Quer casar? Não sei responder isso nesse exato momento.
– Quer ter filhos? Não sei responder se quero ter mais um!

QUAL É…

– A frase que mais usa no msn: bom dia!
– Sua banda favorita: The Corrs.
– Seu maior desejo: dar uma ótima vida pra minha filha. 
– 3 Lugares estranhos em que vc transaria: roda-gigante, vestiário de loja (já foi, mas faria de novo!) e na balada.

OUTRAS PERGUNTAS:

– Signo: Aquário
– Cor dos olhos: Castanho claro
– Número favorito: 13.
– Dia favorito: sábado
– Mês favorito: um só? Janeiro = verão!!!
– Estação do ano favorita: Primavera.
– Café ou chá? Capuccino.

VOCÊ…

– Tem problemas de auto estima: Sempre!
– Abriria mão de ficar com alguém muito gato por respeito ao próximo: com certeza… a vida ensina que  suprir qq carência não compensa em detrenimento do respeito alheio!
– Iria a uma micareta: sim, sim, sim! 
– Cuidaria de amigos bêbados: sim.
– Dá toko sem problema nenhum: dou ué… sempre tomo tbm!

NAS ULTIMAS 24H VOCÊ…

– Chorou? Muito
– Ajudou alguém? Sim
– Ficou doente? Mais ou menos, dor de cabeça infernal ontem por causa da chuva que tomei.
– Foi ao cinema? não.
– Disse “te amo”? sim, para um dos meus melhores amigos.
– Escreveu uma carta? não
– Falou com alguém? CLARO!
– Teve uma conversa séria? Sempre tenho, mas ontem foi bem legal… uma futura ex-amiga ou uma ex-futura amiga.
– Perdeu alguém? não.
– Abraçou alguém? sim
– Brigou com algum parente? não.
– Brigou com algum amigo?  não!

ALGUMA VEZ VOCÊ PODERIA…

– Beijar alguem do mesmo sexo? Já fiz.
– Fazer sexo com alguem do mesmo sexo? Acredito que não!
– Saltar de paraquedas? Nem fudendo!
– Cantar em um karaokê? Eu amooooooooooooo.
– Ser vegetariano? nunca.
– Se embebedar?? casamento da minha irmã tá aí!
– Roubar uma loja? Não.
– Se maquiar em publico? Mas é claro!

* Roubado da Fê Pineda (http://www.fake-doll.com), again!

Beijo, outro…. semana que vem, meus textos de volta!

Mais uma brincadeirinha

 

 
Pior que bloqueio criativo, só quando sua mente não pára e você escreve em qualquer pedaço de papel que vê pela frente… uma verdadeira compulsão!
Mas como minha vida se encontra num enorme turbilhão (aliás nem sei se o que começou esse ano, me deu alguma folga), não consigo postar nenhum texto, pois sempre quando acordo já não penso nada do que pensava…Eu até curtia a fase metamorfose ambulante, mas já deu ok? Então só para distrair, um Meme. Já que eu A-D-O-R-O essas coisinhas e não agüentava mais aquele post “dor-de-cotovelo-ressentido- freudiano- com figura materna”.

 Vamos lá…

Três coisas que me assustam:
01: A solidão.
02: A possibilidade da minha filha me renegar.
03: A minha imaturidade em lidar com emoções.
Três coisas que eu estou sentindo agora:
01: FELICIDADE.
02: Esperança.
03: Medo.
Três coisas que tenho ouvido no meu telefone:
01: Meu MP3
02: “Posso ir pegar nossa filha?”
03: “Essa é hora de realmente deixar acontecer as coisas nas quais acreditamos!
Três coisas que eu odeio:
01: Chá preto.
02: Parte do meu passado.
03: Torcer roupa na mão.

Três coisas que eu não entendo:
01: Homens.
02: Algumas das minhas atitudes.
03: Pessoas que tentam destruir a felicidade alheia apenas por prazer.
Três nomes:
01: Manuela.
02: Isabella.
03: Guilherme.
Três coisas em cima da minha mesa:
01: Meu celular.
02: Inúmeros papéis.
03: Minha garrafinha d’água.
Três coisas que eu estou fazendo agora:
01: Orçando materiais para produção.
02: Caçando fontes.
03: Pesquisando pautas.

Três coisas que eu quero fazer antes de morrer:
01: Dar uma vida MUITO boa para minha filha
02: Ir para Disney.
03: Ganhar um prêmio de Jornalismo.

Três coisas que eu sei fazer:
01: Imitar o Alien, ornitorrinco, macaco e foca.
02: Cocada e curau MARAVILHOSOS!
03: Torcer o olho.

Três coisas que eu não consigo fazer:
01: Assoviar.
02: Piscar com um olho só.
03: Xixi com gente olhando.

Três maneiras de descrever minha personalidade:
01: Geniosa.
02: Temperamental.
03: Sarcástica.

Três filmes que você deveria assistir:
01: “Perfume de mulher”.
02: “Advogado do diabo”.
03: “Farenheit 911”.

Três filmes que você NÃO deveria perder seu tempo assistindo:
01: “Olhos famintos”.
02: “Bruxa de Blair″.

03: “Um amor para recordar “.

Três comidas favoritas:
01: Japonesa.
02: Frango a passarinho.

03: Strogonoff de carne.

Três coisas que eu gostaria de aprender:
01: Dançar tango/gafieira e outras dancinhas de salão.
02: Entender mais de tecnolgia e web.

03: Artesanato.

Três coisas que eu bebo regularmente:
01: Café.
02: Chá.
03: Cappuccino.

Três programas de TV que eu assistia quando era pequena:
01: Xuxa. .
02: Chaves.

03: Carrossel.

Três programas de TV que não perco por nada:
01: Ugly Betty.

02: Gossip Girl.

03: America’s Next Top Model.

Três lugares:
01: Orla da Praia de Santos.
02: Morro Santa Therezinha.
03: Clube de Campo de Rio Claro.

Três pessoas:
01: Minha filha.
02: Eu.
03: Meu caçula.

Três coisas que faço todo dia:
01: Passar creme redutor na barriga.
02: Passar creme anti-idade no rosto
03: Brincar com a minha filha.

Três coisas que fiz ontem:
01: Vendi minha torta.
02: Passei a noite rindo com três amigos.
03: Solei meu primeiro bolo de cenoura (mas a cobertura tava uma delícia).

Três coisas que vou fazer hoje:
01: Correr atrás do meu cartão cidadão.
02: Anunciar aos quatro ventos que vou ser Titia de novo (essa “creche” tá fogo… são 10 piolhos-sobrinhos já, fora filha e uma irmãzinha!)
03: Brincar com a minha filha.

Três coisas na gaveta:
01: Bolacha Bono.
02: Hidratante.
03: Papéis.

Três datas importantes:
01: 04/01/2007.
02:13/02 de todos os anos.
03: 11/10/2000.

Três anos importantes na minha vida:
01: 2000
02: 2007
03: 2008 (esse ano está marcando muita coisa para mim, principalmente no que diz respeito a valores, aprendizado e amadureciemento)

Três coisas que me fazem chorar:
01: Filmes
02: ARREPENDIMENTOS.
03: Casamentos.

Três coisas que desejo pra você:
01: Garra

02: Saúde
03: Paz de Espírito

*Meme que roubei da Fê Pineda (http://www.fake-doll.com) 

 

E os indicados são: irmã, comadre e compadre!