“Depois de um dia (…) Juntos ou separados, vemos a dupla ao longo de sua amizade e brigas, esperanças e oportunidades perdidas, risadas e lágrimas. Mas, em algum ponto dessa jornada, eles percebem que aquilo que buscam e desejam estava lá o tempo todo. Com a revelação do verdadeiro significado daquele dia ,eles aceitam a natureza do amor e da própria vida.”
Eu não sei dizer como, quando, nem a data precisa do começo. Se esteve ou não lá, se nos deixamos levar, se toda admiração e carinho e amizade foram o começo quando nem sabíamos, ou imanaginávamos, que havia o que pensar. A citação acima não é minha, é a sinopse do filme que assisti ontem, mas se encaixou – como aquela peça do quebra cabeça que deixamos por último, pois simplesmente não sabemos onde raios colocá-la!
São muitas datas, muitas lembranças, muitos dias em que olho para você e tento imaginar onde começou para mim, de verdade. E ontem eu tive a resposta: sempre esteve lá, de uma forma ou de outra – hoje faz sentido sempre ter existido!
Mas não me esqueço nunca de quando se tornou “oficial”: era uma noite quente em dezembro, como as noites quentes de dezembro em Santos costumam ser, e eu estava sentada na cadeira do hospital chorando, achando que não tinha mais como a vida piorar, não conseguindo achar meu amigo para dizer quão apavorada eu estava. A ligação que se seguiu me deu muito mais que o consolo do melhor amigo; me deu o namorado mais paciente, dedicado, incentivador, divertido, companheiro, cúmplice, carinhoso e apaixonado que eu já tive. Me deu a certeza que o futuro seria muito melhor, muito mais completo, muito mais feliz!
Foram 4 palavras que mudaram minha vida de uma forma que eu jamais achei que seria possível.
3 anos… Parecendo 1º, como você disse! Ao mesmo tempo tantas coisas e tão poucas coisas perto do que sentimos, do que planejamos, do que já passamos. A verdade é que você não encara uma jornada dessa sem estar ao lado do seu melhor amigo, pois não faz sentido algum, não tem a mesma graça! Eu posso continuar a escrever e relembrar todas as vezes que caímos na gargalhada até faltar o ar, que discutimos, que choramos, que tivémos medo, que nos beijamos, que nos surpreendemos; mas prefiro lembrar de quando tivemos certeza. Pois não é daquelas certezas que somem junto com o fim do relacionamento, é aquela que vai permancer marcada na pele, literalmente, daquela que a gente sonha em encontrar e da qual muitas pessoas só ouvem falar…
Aquela certeza que, não importa como, nós sempre nos pertenceremos!
Feliz 3 anos de namoro, Marido!
Amo você, desde sempre e para sempre!
